Imagem de capa: Denis Rizzoli — Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0.
A Quaest divulgada em 25 de setembro acrescentou outra dimensão à corrida pelo governo do Espírito Santo: rejeição. No levantamento, 34% disseram não votar em Helder Salomão (PT), 32% em Ricardo Ferraço (MDB) e 24% em Lorenzo Pazolini (Republicanos).
Rejeição não é o inverso automático da intenção de voto. Dependendo do formato da pergunta, um eleitor pode rejeitar mais de um candidato e também pode mudar de posição. O indicador mostra resistência declarada naquele momento, não uma projeção direta do resultado.
Por que campanhas observam o dado
Em disputas majoritárias, campanhas acompanham a capacidade de ampliar apoio além do eleitorado consolidado. Rejeição pode indicar dificuldade de expansão, mas seu efeito depende do conjunto da disputa e das alternativas disponíveis.

Para o eleitor, rejeição é apenas uma informação entre várias. Propostas, histórico, alianças e prioridades para o Estado são dimensões diferentes. O GO27 não usa rejeição para classificar candidaturas nem inferir resultado futuro.
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